JL Campanholo

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BIM E A GAMA DE SOLUÇÕES

“BIM NÃO É UMA COISA OU UM TIPO DE SOFTWARE, MAS UMA ATIVIDADE HUMANA QUE ENVOLVE MUDANÇAS AMPLAS NO PROCESSO DE CONSTRUÇÃO”

1. O que as pessoas esperam do BIM?
Este questionamento não é só dos clientes mas de todos os envolvidos da AEC. O BIM mostra a sua abrangência já na definição de seus criadores, os quais afirmam: “BIM NÃO É UMA COISA OU UM TIPO DE SOFTWARE, MAS UMA ATIVIDADE HUMANA QUE ENVOLVE MUDANÇAS AMPLAS NO PROCESSO DE CONSTRUÇÃO”. Uma dificuldade de início na definição do seu escopo, impacta no processo de implantação de uma assessoria adequada para responder justamente esta pergunta. A JL CAMPANHOLO está a mais de três anos buscando desmistificar esta abrangência orientando aos seus clientes e toda a cadeia envolvida num processo contínuo de evolução de conhecimento.

2. Quais os principais recursos que as pessoas desconhecem?
Atualmente a grande visibilidade do BIM está na compatibilização em 3D, especialmente nas disciplinas de instalações. A oportunidade imediata é a precificação do BIM desde os primeiros estudos de massa e viabilidade, passando pelas diversas fases de projeto atingindo finalmente a execução da obra. Um processo de gestão de custos dinâmico apoiado no BIM permite conferir o retorno do investimento em softwares, hardwares e treinamento. A redução de custo que é possível com um trabalho de orçamentação executiva permite ao construtor validar toda o retorno do investimento na implantação.

3. Quantos softwares existem e quais são os melhores?
Atualmente o número de acordo com Smart Building – International home of openBIM são de 203 softwares BIM que utilizam a plataforma IFC de interoperabilidade.

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O gráfico acima mostra o percentual por disciplinas: Arquitetura; Análise Energética Predial; MEP – Instalações; Gerenciamento da Construção; Utilitários; Ferramentas para Desenvolvimento; Gestão da Manutenção Predial; Modelagem em Geral; Geo Referenciamento; Visualizadores; Outros e Estrutural.
A escolha adequada do software exige uma pesquisa profunda e orientada das opções de mercado, analisando não só o seu custo inicial, mais sim a utilização, custos de atualização, custos e/ou dificuldades de treinamento.

4. O que vem sendo mais usado nos escritórios e qual a sua deficiência?
Infelizmente existe atualmente uma discussão polarizada nos principais softwares de arquitetura existentes no mercado. Nós já entendemos que como os softwares BIM aceitam programações adicionais, é possível resolver eventuais deficiências que determinado software possa ter relação ao outro através da aquisição de plug-ins. E estes plug-ins podem ser adquiridos pela internet imaginando que o mundo todo está atento a estes problemas e está encontrando soluções a custos perfeitamente adequados.

5. O que a JL CAMPANHOLO faz pelos escritórios de arquitetura e engenharia?
Procuramos nos cercar de consultores e especialistas renomados no mercado para conhecer todas as opções, fazer uma análise crítica e oferecer a melhor solução no momento para a necessidade de aquisição de software, treinamento e estratégia de implantação.
Nossa coordenação de projetos com o uso de plataformas colaborativas tem melhorado sensivelmente o nível de comunicação do projeto. O uso das imagens do modelo com uma proposta bem amigável de interação tem reduzido sensivelmente a necessidade de deslocamentos e reuniões presenciais intermináveis.
A JL Campanholo por sua experiência prima pelo planejamento desde a fase de projeto com antecipação de decisões propiciadas pelo BIM que permite a redução drástica de horas de retrabalhos nos projetos.
A interação projeto/obra e obra/projeto é um dos grandes benefícios do BIM e um dos maiores desafios. A JL Campanholo compreende bastante este quesito e tem tido excelentes resultados com a sinergia do processo de projeto.

6. E pela construtora?
A Engenharia de Valor tem se mostrado pelas reduções de custos obtidas como viabilizador de tomada de implantação de novos sistemas e inovações tecnológicas. Temos já dados tabulados da solução estrutural de melhor custo benefício atualmente e a partir dela orientamos nossos clientes para que a proposta tenha o melhor desempenho de custo benefício. A análise crítica de um personagem externo integrado as lições apreendidas de outros projetos agregam muitas outras opções de fornecedores e prestadores de serviços que tem tido um resultado muito positivo. As extrações de quantitativos através do BIM dão mais assertividade à negociação tanto para quem compra como para quem vende – as reduções das incertezas se traduzem em melhores negociações. Temos também tido oportunidade de unir representantes exclusivos de matérias a novos prestadores de serviços com reduções de taxas de importação e outros custos agregados que otimizam o resultado final.
Oferecemos ainda uma proposta para o gerenciamento dos custos durante a execução da obra, com reuniões periódicas inseridas nos conceitos de construção enxuta. Estamos implantando também em 2D um sistema que permitirá a evolução para o 4D. Importante salientar que o BIM não é uma solução mágica, há necessidade de consolidação dos processos tradicionais em 2D para uma futura migração.

José Luiz Campanholo, diretor